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segunda-feira, maio 02, 2011

A Deep Silver não esta só fazendo trailers tristes sobre garotinhas que viram zumbis e atacam seus próprios pais durante as férias. A produtora de Dead Island também esta trabalhando em Call of Juarez: The Cartel, um jogo de tiro em primeira pessoa com estilo faroeste mas que se passa nos dias atuais.

Mas como assim “faroeste nos dias atuais”? Não existem homens andando pela Paulista falando “essa cidade é pequena demais para nós dois” e travando um duelo de revolveres. Ou xerifes andando a cavalo, restaurantes com dançarinas de can-can e todas aquelas outras coisas que vimos em filmes do gênero.

Na verdade o jogo é ambientado em cenários dos Estados Unidos e México que lembram o Velho Oeste, e, para ajudar, um dos personagens parece que parou no tempo e anda vestido como um velho cowboy, apesar de ter um arsenal de armas bem moderno.

Há certo receio sobre a mudança de direção da série, já que os dois primeiros jogos, Call of Juarez e Call of Juarez: Bound in Blood, se passam são jogos de faroeste tradicional, mas o produtor Blazej Krakowiak, da Techland, disse que a temática do Velho Oeste é universal e que eles vão provar isso em Call of Juarez: The Cartel

Os cenários que remetem aos Velho Oeste são a céu aberto, cheios de montanhas, plantas de região seca e bem iluminados, o que deve agradar aos fãs da franquia, mas elementos novos como armas mais potentes, cenários em diferentes partes da cidade, veículos entre outras coisas foram implementados para atrair um novo público.

Call of Juarez: The Cartel conta a história de três personagens; Kim Evans é uma das novas estrelas do FBI, porém a moça é um tanto quanto inocente e despreparada para o mundo real que precisa enfrentar quando esta combatendo o crime; Eddie Guerra, um policial bom de lábia, mas viciado em jogo e Ben McCall.



Ben McCall é um policial detetive veterano de Los Angeles e descendente de Ray McCall, personagem de Call of Juarez: Bound in Blood. Ele é a estrela do jogo, um policial durão clichê de filmes de ação que anda por aí com um sobretudo velho, chapéu de cowboy, um cinto de balas e diversas armas.

O jogo terá assuntos mais modernos. A temática principal é a tentativa de colocar um fim a um cartel de drogas mexicano antes que uma verdadeira guerra se inicie. Drogas, mulheres seminuas e linguagem mais pesada aparecem constantemente na história, o que reforça a ambientação do jogo para os tempos modernos.

O jogador também terá a opção de jogar o modo cooperativo em até três pessoas. Cada personagem possui uma perspectiva diferente do que esta acontecendo e por isso os produtores apostam que os jogadores vão querer terminar o jogo mais de uma vez com todos os personagens.

Os fãs da temática faroeste não vão encontrar exatamente isso no novo Call of Juarez, mas a diferente ambientação de cenários pode ser algo positivo. Com três personagens diferentes, modo cooperativo e uma história moderna,Call of Juarez: The Cartel deve chamar a atenção dos jogadores que procuram por um jogo de tiro em primeira pessoa diferente. 



Fonte: http://www.gametv.com.br/

Publicado segunda-feira, maio 02, 2011 Por William

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quinta-feira, outubro 21, 2010

Do antigo Atari para os consoles da sétima geração. O salto pode parecer gigantesco, mas a equipe de desenvolvedores da Incinerator Studios está confiante no potencial da franquia Star Raiders, a qual passará por uma recriação completa, chegando ao PlayStation 3 e ao Xbox 360 no mês de janeiro de 2011.
Para quem não sabe, o jogo Star Raiders original — lançado no final da década de 1970 para Atari — foi considerado por muitos como revolucionário, contando com perspectiva de primeira pessoa.
No comando das espaçonaves, os jogadores podiam se mover em todas as direções do espaço, travando batalhas épicas contra os Zylons. Muitos reconhecem que o jogo foi copiado diretamente pela concorrência, e que ele também inspirou outros clássicos mais avançados do gênero, a exemplo de Wing Commander.

Reformulando um clássico
Muito embora grandes detalhes a respeito da recriação de Star Raiders não tenham sido revelados até o momento, uma entrevista — em que participaram o produtor sênior do título, Jonathan Moses, e o presidente da Incinerator, Joel Goodman —, cedida ao site Gamespot, esclareceu qual será a abordagem adotada para o século XXI.
Segundo Jonathan Moses, o núcleo do jogo foi totalmente reconstruído, sendo adicionados elementos modernos de jogos — ideias criadas dentro da Incinerator, ainda que de acordo com as especificações da Atari. A história e a apresentação serão similares às encontradas em jogos de grande porte de tiro em primeira pessoa, mas o produtor foi rápido em afirmar que os fãs do jogo antigo “se sentirão em casa”.
A jogabilidade será focada nos duelos espaciais, que ressurgirão em altíssima velocidade para a versão de 2011. A transformação em tempo real das aeronaves é uma das apostas dos desenvolvedores, a qual permitirá ajustes rápidos às diversas situações de combate. Tal mecanismo provoca alterações diretas no modelo de controle do game.

Publicado quinta-feira, outubro 21, 2010 Por William

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O clássico de RPG estratégico Tactics Ogre foi lançado em 1995 para Super Famicom e, infelizmente, não chegou aos Estados Unidos - o ocidente só pôde conferir o game em inglês em 1997, quando a versão de PSone atravessou o Atlântico. As novidades em relação a Ogre Battle (de 1993, e que faz parte da mesma cronologia, junto com Ogre Battle 64) estavam na movimentação na hora da batalha: ao invés de apenas dar ordens para os companheiros, os jogadores podiam movimentar os personagens em partes definidas de acordo com a posição atual, e dependentes de alguns atributos (como a velocidade). Esse estilo virou padrão e acabou sendo seguido por games que vieram depois, como Vandal Hearts (Saturn e PSone) e Final Fantasy Tactics (PSone e PSN Store)

Tactics Ogre: Wheel of Fate, para PSP, promete fazer jus à expressão “remake”: o jogo realmente está sendo refeito do zero, com novidades na história (estas sem detalhes, por enquanto), no sistema de jogo e mais personagens e classes.Para garantir fidelidade ao original, parte da equipe do jogo de 1995 está envolvida, incluindo o diretor Yasumi Matsuno (que também trabalhou em Final Fantasy Tactics) e os diretores de arte Hiroshi Minagawa e Akihiro Yoshida. A dupla de compositores Hitoshi Sakimoto (de Valkyiria Chronicles e Tekken 6) e Masaharu Iwata (de Muramasa: The Demons Blade e Soul Calibur IV) promete manter o alto nível da produção original, com versões rearranjadas das versões do Super Famicom e mais 15 músicas inéditas.

As inovações no sistema de combate, além da possibilidade do jogo mostrar até 30 unidades de personagens na tela ao mesmo tempo (contra 20 do original), são as cartas chariot e world - que, aliás, são os motivos do subtítulo Wheel of Fate no game. A primeira, que funciona como a função “desfazer” dos programas de computador que nós conhecemos,  permite escolher qualquer uma das ações anteriores e voltar até aquela situação em particular. O uso do chariot, claro, será opcional, e está limitado ao número de cartas de tarô com esta habilidade que o jogador possuir. Já a world dá a oportunidade de o jogador ver a linha do tempo dos eventos que rolaram até então e escolher um para iniciar uma realidade “alternativa”.

Vale relembrar como era o funcionamento das cartas de tarô dos outros games da série: elas eram coletadas pelo jogo e, durante as batalhas, serviam para dar habilidades especiais para os personagens. As que retornam do Tactics Ogre original são as de saúde, força, sorte, magia, vitalidade e inteligência. Para usá-las, o personagem deixava uma pelo cenário, e o que passasse por cima recebia a habilidade ou melhoria no atributo.

Entre as classes de personagens, há a volta dos velhos conhecidos warrior, que é uma combinação das características do soldado e da amazona, do wizard, que é capaz de utilizar magias, e do archer, que pode utilizar arco-e-flecha para atacar inimigos mais distantes, entre outras. A grande novidade é o rogue, que tem a habilidade de roubar itens dos oponentes e colocar armadilhas pelo cenário. Assim como no título de 1995, os personagens podem evoluir para classes diferentes das quais começaram no início da aventura.

Graficamente, Tactics Ogre: Wheel of Fate manterá o estilo do game de Super Famicom, com a mesma visão isométrica e o mesmo estilo de desenho dos personagens e mapas. O novo motor gráfico dará o toque de modernidade, com cenários poligonais e possibilidade de rotação da câmera, além de trazer efeitos de luz e sombra. Os sprites estão muito parecidos com o do primeiro Tactics Ogre, mas a intenção da Square-Enix foi justamente deixar o novo game fiel ao original.

Tactics Ogre: Wheel of Fate tem tudo para ser a versão definitiva do game que definiu o estilo que nós conhecemos hoje como RPG estratégico. E, para alegria dos fãs (e dos que querem jogá-lo pela primeira vez), o lançamento está confirmadíssimo também no ocidente

Publicado quinta-feira, outubro 21, 2010 Por William

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sábado, janeiro 23, 2010

 
Preview Série Prison Break The game
Série de TV chega aos consoles

Plataformas: PC / Playstation 3 / Xbox 360
Distribuidora:
Deep Silver
Desenvolvimento: Deep Silver
Gênero: Ação / Aventura
Lançamento:
Março de 2010



Prison Break é um game baseado na série de TV americana, que por motivos de baixa audiência foi cancelada, no entanto, apesar da falta de apoio por parte do marketing televisivo, o jogo promete se sair bem e fazer bonito nos consoles.

Foto: Divulgação

O game deve contar os acontecimentos da primeira temporada e seu roteiro para os consoles foi escrito por Paul Scheuring, criador da série. O enredo em si se foca em um personagem inédito, o agente Tom Paxton, que se infiltra na prisão Fox River para tentar entender os motivos que levaram o arquiteto Michael Scofield a se incriminar para viver no local.

Foto: Divulgação

Claro que a pancadaria e violência não poderiam ficar de fora, afinal estamos dentro de uma penitenciária, no entanto, Prison Break também oferecerá momentos furtivos, já que o agente precisa transitar entre as várias alas e prédios para seguir os passos de Scofield.

Foto: Divulgação

Segundo Paul Scheuring, o jogo terá incríveis reviravoltas e para agradar aos fãs da série, Tom Paxton também acaba tendo de bolar um plano de fuga para então escapar da prisão.
Prison Break chega em março de 2010.

Mais algumas Screenshots


Foto:  Divulgação

Foto:  Divulgação

Foto:  Divulgação


Publicado sábado, janeiro 23, 2010 Por William

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Novo conceito artístico pode tirar a franquia do grupo dos jogos medianos. 
Kane & Lynch: Dead Men não fez feio quando deu as caras no final de 2007. Embora não tenha sido propriamente um divisor de águas dentro do estilo “shooter” em terceira pessoa, Dead Men trazia uma jogabilidade interessante e um multiplayer dos mais pitorescos. Encabeçando a coisa toda, a singular história de dois criminosos — sendo que um deles era um esquizofrênico mantido à base de remédios tarja preta.
Sabendo exatamente onde estavam os pontos fortes do primeiro jogo — mas, talvez principalmente, sabendo onde estavam os seus pontos fracos —, a Io Interactive projetou então Kane & Lynch 2: Dog Days. A ideia básica aqui é: uma nova empreitada da dupla infame, dessa vez com visuais que lembram vídeos do Youtube e uma trama liderada pelo instável Lynch. Pode dar certo? Bem, pode ser bastante original, isso sim.
A trama de Dog Days traz a sua introdução em um convite do desequilibrado Lynch que, conforme você leu acima, será agora o foco da história, não mais um mero coadjuvante “sidekick”. Lynch convida Kane para um último “trabalho” em Xangai — o que se passa algumas luas depois do final apoteótico estilo “vida ou morte” do primeiro jogo.

Segundo Lynch, o trabalho é uma moleza, e está tudo completamente acertado. É claro que isso não acontece, e o que você tem é uma primeira oportunidade de conferir a nova jogabilidade em uma clássica fase “shooter”; ou seja, uma chuva de balas. Mas, até o momento, esse não é realmente o ponto mais chamativo de Dog Days.
Gráficos By Youtube
A Io Interactive sem dúvida poderia simplesmente aparar algumas arestas, corrigir algumas falhas grosseiras na jogabilidade, e desembarcar Dog Days como mais uma sequência mediana. Ou, poderia ainda ter reinventado a franquia, desenvolvendo gráficos realmente de ponta, com texturas absolutamente dignas da atual geração.
Mas a solução adotada para Kane & Lynch 2 não foi nem uma e nem outra. A bem da verdade, a concepção adotada aqui foi menos técnica do que incrivelmente criativa. A inspiração para todo o estilo gráfico, segundo a desenvolvedora, são os vídeos criados por usuários; do tipo que se encontra no Youtube.com.
Basta conferir os dois primeiros trailers para ter a certeza da direção artística seguida pela Io. Todas as sequências de ação são mostradas como se fossem partes de um enorme vídeo amador. As texturas são tratadas para simular uma qualidade mais baixa, explosões fazem a câmera tremer e, finalmente, fontes de luz muito intensas provocam alterações na qualidade geral do vídeo.

Ou, quando você toma um tiro, o vídeo encena falta de informações, e se torna “pixealizado”. Existe um tratamento até mesmo para os famigerados “loadings”. Não, nada de minigames rápidos. O jogos simplesmente imita o “buffering” dos vídeos em streaming.
Mas, afinal, isso foi uma boa escolha? Aparentemente, sim. Além de conferir um conceito artístico único a Dog Days, a escolha da Io Interactive ainda acabou sendo providencial para esconder os gráficos não exatamente primorosos do jogo. Quer dizer, em vez de buscar uma realidade foto-realística e, dessa forma, competir com dezenas de outros título excelentes, Kane & Lynch 2 preferiu apresentar um estilo único — e, sem dúvida, mais econômico.

Atira, corre, atira novamente!
Não muito esclarecido até o momento em relação às ditas “melhorias” na jogabilidade. Entretanto, o estilo geral de Dog Days provavelmente será o mesmo: você vai atravessar 48 horas de jogo — estamos falando de realidade “in-game” aqui, ok? — conduzindo a explosiva dupla entre combates caóticos e uma série de conversações sarcásticas.
Entretanto, algo parece realmente ter passado por uma revisão geral: o sistema de cobertura. Quem jogou o primeiro Kane & Lynch deve se lembrar que a mecânica de cobertura não era nenhum primor. De mais a mais, existe agora uma nova possibilidade para quando as coisas ficarem feias: você poderá se arrastar até um local seguro, ou dar uma de mártir e se levantar para um curto momento de glória.
Modo multiplayer — Aliança Frágil
Se existia algo que realmente quebrava o ar de jogo mediano do primeiro jogo, era o seu modo multiplayer pra lá de singular. Bem, uma boa notícia: Fragile Alliance está de volta. Basicamente, a ideia aqui é um “polícia e bandido” com “regras da casa”. Você pode conduzir o seu personagem de forma mais ortodoxa. Entretanto, caso queira aumentar os seus proventos, o melhor caminho é a traição, deliberadamente matando os seus comparsas.
Só que, obviamente, existe um “porém” nessa modus operandi. Cada vez que você despacha um dos seus companheiros, ele volta na forma de um policial — um conceito bem diferente para reencarnação, sem dúvida! Ou seja, quanto mais pessoas você trai, mais difícil será continuar vivo.

Além da escola de imoralidade de Fragile Alliance, Dog Days também traz novamente a possibilidade de se atravessar todo o jogo cooperativamente. A diferença, entretanto, é que agora você também poderá fazer isso offline, em tela dividida.
Se o primeiro Kane & Lynch foi apenas um jogo mediano com alguma diversão, a nova direção adotada pela Io certamente parece ser capaz de inflar Kane & Lynch 2: Dog Days com aspirações um pouco mais altas. Em outras palavras, o excelente modo multiplayer Fragile Alliance, funcionando agora em conjunto com um novo conceito artístico, parece ser capaz de finalmente colocar os holofotes na franquia da EIDOS.
Kane & Lynch 2: Dog Days deve desembarcar em algum momento de 2010. Aguarde novidades

Publicado sábado, janeiro 23, 2010 Por William

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Está ai um dos jogos que prometem para esse ano!
Kane está de volta, agora para encerrar de uma vez por todas a guerra.
O gênero de estratégia em tempo real já foi um dos mais prestigiados do mundo dos games, principalmente nos PCs, plataforma na qual os jogadores sempre contaram com o apoio da combinação de mouse e teclado, perfeita para a seleção de unidades ou construções.
Dentre todas as franquias desenvolvidas, Command & Conquer manteve seu prestígio por um enorme período de tempo graças à diversidade dos jogos lançados e ao pioneirismo, tendo ganhado versões até para os consoles (caso do primeiro game, que foi lançado no PlayStation original).
Para 2010, teremos o lançamento do quarto título principal da franquia — intitulado Tiberian Twilight — que será focado nas disputas entre NOD e GDI (Global Defense Initiative) unicamente, sem a presença das facções alienígenas e outras “guinadas” inesperadas. Ao que tudo indica, ao menos na parte da história, este será um retorno às raízes da série.
Desta vez, a desenvolvedora promete que a saga de Kane (o grande vilão e líder da irmandade NOD) terá o seu desfecho. Alguns cogitam até mesmo a possibilidade de este ser o último game da série, mas a maior probabilidade é que se encerre apenas a linha das guerras em torno do Tiberium.

Adequado ao seu estilo

A fórmula das partidas desta vez receberá uma mudança drástica: as bases não devem mais ser o foco principal dos jogadores, que terão que lutar para dominar as maiores porções possíveis dos mapas. O que acontece é que agora a estrutura base é completamente móvel, permitindo que você a fixe em um dado ponto e tenha uma base funcionando com todas as suas capacidades.
Caso os inimigos a destruam, é possível pedir por uma nova unidade, que chega dentro de instantes ao mapa. Existem também três tipos bem diferenciados de estruturas, que são: ofensiva, defensiva e suporte. Imagine-as como classes de jogo, que abrem possibilidades estratégicas diferentes.
Com a classe de suporte, por exemplo, você tem à sua disposição construções como os aeroportos, que lhe conferem muita velocidade de exploração de terreno, além de armas bem específicas. A classe ofensiva é focada na construção de veículos de guerra bem pesados, como tanques especializados de longo alcance e unidades de resistência e força.

Seguindo as regras antigas

Mas quem gosta da fórmula clássica não precisa sair esbaforido por aí: a última classe trazida pelo game — a defensiva — é basicamente o que tínhamos antes, isto é, a partida voltada para a construção e fortificação de bases. Os jogadores que optarem pela classe defensiva poderão ampliar suas construções até ficarem extremamente resistentes, ganhando acesso a estruturas e armas únicas, como o canhão de íons (GDI).
Vale ressaltar que para as partidas online a escolha de classes para os times aliados é de suma importância no resultado final, uma vez que um time completa as deficiências dos outros. Um conjunto com as três classes terá muito mais versatilidade de exploração e ataque que um time meramente ofensivo, sem estruturas de suporte tático.

Aprendendo com os erros

Os que optarem por explorar a campanha single player (na qual será narrada toda a história e o desfecho desta série) também terão que dominar exatamente quais os trajetos pelo mapa (que conta mais uma vez com diferentes caminhos, elevações e segredos) e quais as forças de sua classe se não quiserem perder quase que de imediato, pois o desafio será elevado.
Um ponto inédito na série é a presença de elementos como o nivelamento dos jogadores, que funciona para todas as modalidades. Ele dita em pontos quais as capacidades de construção, das unidades e até mesmo da dificuldade, pelo que foi mostrado até o momento.
Se você curte a franquia ou simplesmente jogos de estratégia, fique ligado. A data de lançamentoprevista — ao menos até o momento — é 16 de março. Que venha o final desta grande e renomada saga!

Publicado sábado, janeiro 23, 2010 Por William

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Ultimamente, games muito divertidos têm aparecido nas redes online dos consoles de última geração. A Xbox Live Arcade (XBLA) é um dos serviços que conta com uma ampla gama de jogos pequenos e satisfatórios. Entregue aos gamers pela Slick Entertainment, Scrap Metal é um desses títulos, pois promete cativar os usuários do Xbox 360 com vigor e praticidade.
Para quem ainda não sabe disto, Scrap Metal é uma expressão que significa "sucata". E é nisto que os desenvolvedores apostam: corridas frenéticas, batidas fenomenais e, eventualmente, pedaços de sucata nas pistas. Com o auxílio de armas diversas, o corredor poderá se defender contra os oponentes furiosos durante uma determinada etapa.
Sobreviver e, se possível, vencer
A premissa da campanha principal é simples e é encarada por muitos como clichê: o jogador veste a pele de um corredor que procura se destacar em meio a vários competidores. No entanto, a trama não é a peça central deste jogo. Quem rouba a cena é a jogabilidade, que abre alas para possibilidades de destruição muito interessantes através de tiros ou batidas.

Visualizando os carros através de uma perspectiva de visão "top-down" (por cima), você controlará um veículo por ambientes variados como cidades sinistras e áreas pantanosas. As últimas informações mostram que o modo principal de jogo apresentará 60 missões nesses territórios. O objetivo? Vencer as corridas.
Para obter sucesso, entretanto, é de fundamental importância tomar cuidado com projéteis hostis. Um primeiro contato com o game vai mostrar que sobreviver é a base de tudo. Uma barra de energia mostra o estado do carro controlado. Barra zerada significa fracasso. Mas, durante as corridas, é possível coletar itens que recuperam a energia ou fornecem pequenas quantidades de "nitro" que ajudam bastante em certas ocasiões.
Pequena diversificação
Vencer os desafios arca em recompensas bem úteis. Os ganhos são revertidos em melhorias dos carros feitas na garagem do jogador. Qualquer um dos veículos que o gamer possuir pode ser melhorado nos seguintes aspectos: velocidade, controle, armadura e armas. Dinheiro, portanto, é a chave do sucesso.

Haverá 25 modelos de carros a serem adquiridos. Carros assustadores, caminhões e até mesmo veículos futuristas poderão ser "coletados". E como fazer para colocar as mãos nessas belezas? Basta vencê-los nas missões apresentadas. É uma boa ideia conhecer os demais veículos de perto, visto que cada um possui características específicas, como armas diversificadas. Que tal controlar um carro dotado de um poderoso lança-chamas?
Conhecendo tudo
O modo campanha não é a única atração do game da Slick Entertainment. É prometido um modo multiplayer (online e local com a tela dividida) com suporte a até quatro pessoas. Há, ainda, mais dois modos: enquanto o modo Destruction Derby coloca oito carros em uma pequena área para que o caos tome conta e apenas um veículo vença, o modo Crooked Cops lembra muito as perseguições policiais da famosa série Grand Theft Auto.

Em Crooked Cops, sobreviver não é nada fácil. A polícia — mais além, forças militares — fica cada vez mais agressiva e eficiente. Assim, a cada volta do desafio é necessário que o gamer corra com reflexos ainda mais apurados. Quanto mais tempo o jogador aguentar antes de perecer durante a perseguição, maior a pontuação atingida. Esse "score" pode ser comparado com os números de outros corredores através de listas online.
Tecnicamente, o jogo não deverá fazer feio na plataforma de última geração da Microsoft. Uma surpresa é que haverá suporte a visuais 3D, que requerem a utilização de um par de óculos 3D tradicional (uma lente vermelha e outra azul). Mesmo um tanto simples em comparação com recursos 3D de ponta, essa experiência será interessante.
Exclusivo para Xbox 360, Scrap Metal aparecerá na XBLA ainda no segundo trimestre deste ano.

Publicado sábado, janeiro 23, 2010 Por William

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Napoleão está prestes a invadir os computadores de todo o mundo.
 
Já sabemos que Napoleon: Total War dará uma perspectiva diferente à famosa franquia de jogos de estratégia. Afinal de contas, colocará o jogador no papel de um comandante real, que mudou a história da Europa e de toda a era moderna. O que acabamos de descobrir, no entanto, são as batalhas específicas que o título retratará para contar esta saga.
Do aprendizado...
O início do game apresentará uma campanha tutorial que servirá tanto de introdução à história de Napoleão, para os que não estão familiarizados com o personagem, quanto de explicação dos elementos básicos de jogo. Assim, o jogador será colocado no papel do jovem soldado desde seus estudos na Córsega e durante o período subsequente, em que sobe rapidamente de posição.
Por exemplo, para aprender sobre transporte marítimo e temas navais em geral, o jogador acompanha a viagem desde a ilha natal de Bonaparte até o sul da França. Para familiarizar-se com a diplomacia, contratos de comércio são firmados com a Suíça. No campo da infra-estrutura, a construção de faculdades, estradas e as pesquisas de tecnologia perto de Reims explicam as mecâncias de jogo enquanto as mostram.
Após o início dos estudos de Napoleão na Ecole Militaire de Paris, e o advento Revolução Francesa — que deu origem à Primeira República, sob a qual Bonaparte prosperou — começam as tarefas do protagonista no exército nacional. Neste momento, o objetivo do jogador é construir fábricas de armas em grandes cidades francesas, como Paris e Dijon, enquanto controla as greves de trabalhadores através dos mais diversos mecanismos: a força, o ajuste de taxas, ou mesmo a construção de locais de lazer.

A primeira batalha de fato em que o futuro comandante tem participação no game acontece após a declaração de guerra por parte da Sardenha contra a França. Napoleão assume o comando e converte o porto de Gênova em um estaleiro militar, estabelecendo superioridade marítima e forçando a paz com os habitantes da região.
Após o conflito com a província italiana, é a vez de expulsar os ingleses de Toulon, uma cidade no sudeste da França. Aí é que o jogador aprende a utilizar os exércitos e espiões, algo central para o sucesso no game. O resultado da batalha é bem conhecido pela história, mas o jogador pode jogá-la através de um tutorial separado, assim como pode participar da Batalha de Algeciras.
Todos estes eventos são complementados por explanações com detalhes da trajetória de Bonaparte e menções de suas características e caráter, para expandir o caráter imersivo do título.
Ao triunfo
A maioria dos jogadores já familiarizados com a franquia e com jogos de estratégia de um modo geral não verá muito sentido nesta campanha tutorial, a não ser que esteja interessado em ver como o game retrata o início da vida de Napoleão. Caso não queira fazê-lo, partir para as campanhas mais importantes do comandante é o mais indicado — que começam em 1796, quando a Áustria decide atacar a França revolucionária.
Não vamos entrar em detalhes sobre a campanha em si para evitar os “spoilers”, mas é importante mencionar que cada uma das batalhas dentro dela aborda os diferentes aspectos do game e de Napoleão Bonaparte. O mapa deste capítulo cobre toda a região de Nice, na França, a Klagenfurt, na região sul da Áustria.
Várias mecânicas de jogo podem ser utilizadas e combinadas para chegar à vitória, algo que abre inúmeras possibilidades para os estrategistas de plantão. Quando Napoleão deve capturar Piemonte e Sardenha, é possível conquistar todas as regiões individualmente ou capturar Turin, a capital, de uma só vez, para em seguida declarar guerra com este território à Áustria.
Envolver-se nos conflitos italianos, no entanto, possui consequências, e é preciso balancear os conflitos armados e conquistas com as batalhas diplomáticas para manter os territórios ganhos. Ou, se não quiser preocupar-se com palavras, pode simplesmente combater os que estão incomodando e ocupar suas regiões, eliminando a influência oposta.
O terreno também possui influência, embora de forma mais direta nas mecânicas de jogo. Seu exército morre gradualmente, por exemplo, quando está tentando atravessar os Alpes no inverno — o que torna mais difícil a incursão de suas tropas em território austríaco. Estes obstáculos a serem superados gradualmente servem tanto para marcar a carreira de Napoleão quanto dar um senso de progressão ao jogo.
Ainda não existem muitos detalhes a respeito das campanhas mais avançadas, que retratam o fim da trajetória de Napoleão, mas saberemos em breve — já que o jogo será lançado no dia 23 de fevereiro.
Unidades variadas e versáteis
Entre a infantaria revolucionária, os fuzileiros em linha, os caçadores e a guarda nacional — para nomear apenas algumas das unidades disponíveis — o jogador possui à disposição toda a variedade de combatentes de que Napoleão dispunha. Desde os soldados bem-treinados e obedientes que compunham seu exército até as milícias revolucionárias que lutavam com fervor e vontade, cabe ao jogador determinar quais são mais apropriadas às diferentes situações.

Cavalaria, infantaria, artilharia... Todas estão presentes, cada uma com suas características, e compõem as diferentes formas de combate representadas no game, desde as batalhas em campo aberto até os sítios a cidades.
Basta aguardar algumas semanas para conferir a adaptação para os games da carreira de um dos maiores comandantes guerreiros da história da humanidade. Megalomaníaco ou gênio? Algo que pouco importa para os games, mas esperamos que renda várias horas de diversão.

Publicado sábado, janeiro 23, 2010 Por William

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A 2K quer evitar o terceiro Strike.

A 2K parece ter se esforçado para superar os problemas que geraram criticas direcionadas ao título Major League Baseball 2K9, já que o MLB 2K10 promete ser um produto bem melhor.
Para começar, o jogador pode ficar mais tranquilo em relação aos defeitos técnicos, pois simplesmente não há grandes reclamações vindas da versão demonstrativa sobre esse aspecto. Uma pequena exceção se deve ao framerate (FPS) que pode decair levemente quando a análise de sua jogada é calculada e exibida – o que por outro lado é uma nova atração muito plausível.

*O vídeo abaixo é sobre um problema do MLB 2K9:

Metodicamente elaborado
A análise de jogada se refere a uma nova ferramenta que o jogo oferece e sempre que o jogador executa uma jogada – um arremesso ou uma tacada – mal sucedida, aparecerá o que ele fez de errado.
Com essa atração, a curva de aprendizagem deve melhorar muito ao facilitar a compreensão do jogador, poupando frustrações durante o processo de profissionalização no game.
Entre muitos elementos, MLB 2K10 promete ser realista. Tudo pode afetar o desempenho dos atletas e os dados dos atributos estão baseados nas partidas reais. Por isso, eventos muitos específicos podem ocorrer: um batedor pode ser um ótimo jogador, mas contra certo arremessador não consegue rebater a bola, baseado em dados das partidas reais.
O desempenho do batedor e do arremessador pode ser influenciado por diversos fatores, como a iluminação do estádio (durante o dia ou à noite) e até o nervosismo, que pode fazer a mira tremer junto com as pernas.
Uma visita prematura ao campo de baseball pode aliviar o problema. Todos esses aspectos acrescentam à jogabilidade a constante necessidade de analisar numericamente as melhores escolhas.
Como em outros jogos de esportes, MLB 2K10 deve manter o mundo virtual atualizado com o real, modificando o estado de jogadores de acordo com os eventos em partidas recentes de baseball, por exemplo. Além dessa melhoria, torneios online podem ser organizados para até 30 times.

Todos os atletas reais do esporte estarão representados de maneira fiel, inclusive lendas de épocas antigas. Os locutores da nova geração de atletas foram contratados para realizarem a locução dentro do game.
Eles se encontraram em uma situação esquisita quando tiveram que fazer comentários entusiásticos sobre jogadores de baseball que nem se quer estão vivos, sendo que também não existe uma partida real a ser comentada.
É fato que a empolgação é transmitida por comentaristas durante as partidas e no game isso deve acontecer também – e de maneira saudável, com comentários relevantes e bem posicionados.
Todas as jogadas são decisivas
A jogabilidade é, como se espera, baseada no confronto entre batedores e arremessadores. Enquanto como arremessador o jogador deve fazer dois movimentos para especificar o tipo da bola, como batedor ele deve "adivinhar" a direção da bola e sua velocidade. A palavra "adivinhar" não é tão apropriada aqui, pois como todos sabem os batedores na vida real possuem uma percepção aguçada.
A maneira que a 2K encontrou para transmitir essa percepção foi uma breve indicação na tela sobre a direção da bola e às vezes um texto informando o tipo de arremesso, tudo dependendo do resultado do choque de atributos entre os atletas rivais. Até onde se sabe, MLB 2K10 conta com três tipos de bolas, "fastball", "breaking ball", e "changeup", e três tipos de balanços de taco, "power","contact" e "defensive".
Uma ideia diferente foi agregada à série com o modo carreira. Não foi possível conferir muitas coisas sobre este modo, mas o conceito é colocar o jogador no papel de um único personagem e desenvolver a carreira dele na posição na qual atua em campo.
Ou seja, ao invés de jogar partidas inteiras, você joga apenas os momentos nos quais o seu astro atua. Entrando na modinha de personalização, MLB 2K10 permite escolher a aparência do personagem no modo carreira e também desenvolver os atributos necessários de acordo com a posição em campo.
MLB 2K10 aparentemente é um título descente e quem sabe consiga limpar o nome da 2K, que ultimamente decepcionou alguns fãs de esportes. Várias novas animações com melhorias e correções em relação ao antecessor junto com muitos outros elementos replanejados, dentre os quais a jogabilidade está no meio, são um dos motivos de haver esperança para MLB 2K10. O lançamento é no dia 2 de março de 2010 para PS3, Xbox 360, Wii, PC, PSP, PS2 e Nintendo DS.

Publicado sábado, janeiro 23, 2010 Por William

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